Dia do técnico e auxiliar em enfermagem é marcado por protesto

Ato reuniu profissionais com cartazes e cruzes em frente ao HUT

Hoje, 20 de maio, é o dia nacional do técnico e auxiliar em enfermagem e para marcar a data, profissionais da capital se reuniram em frente ao Hospital de Urgência de Teresina-HUT e protestaram por condições adequadas de trabalho. Na ocasião, a categoria voltou a denunciar a falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e sobrecarga de trabalho nas unidades de saúde do município.


O ato reuniu profissionais que atuam na linha de frente no combate à Covid-19. Até agora, no Piauí, 73 profissionais da enfermagem foram diagnosticados com a doença e 50 estão isolados sob suspeita.


Respeitando a distância de dois metros, os manifestantes carregavam cartazes com cruzes em referência as mortes provocadas pelo novo coronavírus. Eles ainda fizeram homenagens para profissionais da saúde infectados em razão da doença.


Segundo o presidente do Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Estado- SENATEPI, Erick Riccely, o ato foi pensados pelos próprios servidores e recebeu o apoio do sindicato. ” É mais um pedido de socorro da categoria, precisamos de mais equipamentos para proteção. A cada dia cresce o número de colegas infectados”, disse Erick.

COVID-19: SENATEPI encontra irregularidades no Pronto Socorro de Parnaíba

Enfermeiros relataram falta de EPIs e de estrutura em livros de registros


A direção do Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Estado do Piauí – SENATEPI teve acesso aos livros de registro do Pronto Socorro Municipal de Parnaíba, distante 338 km de Teresina. Em quase todas as páginas é possível encontrar relatos graves como a falta de Equipamentos de Proteção Individual- EPIs, falta de protocolo no manejo de cadáveres suspeitos ou confirmados com Covid-19 e ausência de plano de gerenciamento de resíduos. As denúncias estão sendo investigadas e a direção do sindicato cobra providências para o poder público.


A direção do Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Estado do Piauí – SENATEPI teve acesso aos livros de registro do Pronto Socorro Municipal de Parnaíba, distante 338 km de Teresina. Em quase todas as páginas é possível encontrar relatos graves como a falta de Equipamentos de Proteção Individual- EPIs, falta de protocolo no manejo de cadáveres suspeitos ou confirmados com Covid-19 e ausência de plano de gerenciamento de resíduos. As denúncias estão sendo investigadas e a direção do sindicato cobra providências para o poder público.


A direção do Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Estado do Piauí – SENATEPI teve acesso aos livros de registro do Pronto Socorro Municipal de Parnaíba, distante 338 km de Teresina. Em quase todas as páginas é possível encontrar relatos graves como a falta de Equipamentos de Proteção Individual- EPIs, falta de protocolo no manejo de cadáveres suspeitos ou confirmados com Covid-19 e ausência de plano de gerenciamento de resíduos. As denúncias estão sendo investigadas e a direção do sindicato cobra providências para o poder público.

SENATEPI solicita e justiça determina afastamento de lactantes.

O Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Estado do Piauí- SENATEPI obteve liminar junto a justiça que determina o afastamento imediato das profissionais da Enfermagem vinculadas a Fundação Municipal de Saúde de Teresina que são lactantes.

O presidente do SENATEPI, Erick Riccely, explica que o pedido foi necessário frente ao atual cenário de pandemia do novo coronavírus. “A Covid-19 é um risco real e não podemos deixar uma profissional nessas condições ficar exposta na linha de frente no combate a doença, isso significa risco para o filho”, analisa Erick.

Erick Riccely relata ainda que desde o início da propagação da doença o sindicato se faz presente e já conseguiu avanços nas condições de trabalho da categoria “Desde o início solicitamos o afastamento de todos os profissionais que se enquadram no grupo de risco, a partir disso a Fundação Municipal de Saúde publicou a portaria 71/2020, mas as lactantes não foram incluídas. Agora, a partir da liminar, conseguimos que essas profissionais e suas famílias fiquem em segurança”, destacou o presidente.