Vote SIM pela regulamentação da jornada de trabalho da enfermagem.

O senador Randolfe Rodrigues (REDE/AP) apresentou nesta semana o projeto de lei 3739/2020, que estabelece a jornada de trabalho diária de 6h e semanal de 30h para os profissionais de Enfermagem.


O PL propõe que as horas suplementares à duração do trabalho semanal ou diário normal sejam pagas com o acréscimo de 100% sobre o salário-hora normal, independentemente de se tratar de vínculo jurídico de direito público ou privado.


Uma consulta pública está aberta no site do Senado. VOTE SIM!

Dia do técnico e auxiliar em enfermagem é marcado por protesto

Ato reuniu profissionais com cartazes e cruzes em frente ao HUT

Hoje, 20 de maio, é o dia nacional do técnico e auxiliar em enfermagem e para marcar a data, profissionais da capital se reuniram em frente ao Hospital de Urgência de Teresina-HUT e protestaram por condições adequadas de trabalho. Na ocasião, a categoria voltou a denunciar a falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e sobrecarga de trabalho nas unidades de saúde do município.


O ato reuniu profissionais que atuam na linha de frente no combate à Covid-19. Até agora, no Piauí, 73 profissionais da enfermagem foram diagnosticados com a doença e 50 estão isolados sob suspeita.


Respeitando a distância de dois metros, os manifestantes carregavam cartazes com cruzes em referência as mortes provocadas pelo novo coronavírus. Eles ainda fizeram homenagens para profissionais da saúde infectados em razão da doença.


Segundo o presidente do Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Estado- SENATEPI, Erick Riccely, o ato foi pensados pelos próprios servidores e recebeu o apoio do sindicato. ” É mais um pedido de socorro da categoria, precisamos de mais equipamentos para proteção. A cada dia cresce o número de colegas infectados”, disse Erick.

NOTA DE PESAR

Enfermagem de luto

Com muita tristeza em nossos corações comunicamos o falecimento da nossa colega técnica em enfermagem, Solange Nazaré Chaves Moutinho, de 60 anos, que estava internada no Hospital Getúlio Vargas- HGV desde o dia 09 de maio, lutando pela vida. Ela faleceu nesta madrugada vítima da COVID – 19.


Solange Nazaré trabalhava no Centro Cirúrgico do Hospital de Urgência de Teresina-HUT, mas estava afastada da função por ser de grupo de risco.


Em contato com a família, informamos que o sepultamento obedecerá ao protocolo sanitário exigido. Portanto, nossa despedida será por meio de orações e pensamentos.


Neste momento de profunda dor, reiteramos que os profissionais da enfermagem são elos essenciais, cuja saúde e segurança precisa ser protegida e resguardada para evitar perdas tão grandes como esta.


O Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Estado do Piauí – SENATEPI manifesta sincera gratidão pela trajetória da técnica em enfermagem que sempre foi marcada pelo compromisso com a saúde pública e pela participação nas lutas sindicais.


Aos familiares, amigos e colegas de Solange Nazaré prestamos nossas condolências.

NOTA DE PESAR

A Enfermagem está de luto


O Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Estado do Piauí- SENATEPI lamenta o falecimento precoce da enfermeira Samara Aline Felix , ocorrido ontem (15) em um acidente envolvendo um avião de pequeno porte na cidade de São Benedito, município da Região da Ibiapaba, no Interior do Ceará.


Samara Aline era coordenadora do Núcleo de Educação em Urgência do Estado do Piauí, especialista em Enfermagem em Terapia Intensiva, professora convidada de pós-graduação da Uninovafapi e Instrutora do Núcleo de Educação em Urgência do SAMU Piauí.


Neste momento de dor e saudade, o SENATEPI se solidariza com os familiares, amigos e colegas de Samara, que era uma enfermeira que desempenhava a profissão com amor e competência .


Lamentamos ainda a morte do piloto Paulo César Magalhães Costa e dos médicos Carlo Victor Sousa Rodrigues e Pedro Meneses que estavam no avião.


Aqui reiteramos o nosso profundo pesar.

Cerca de 100 profissionais foram afastados do HU com suspeita de Covid, denunciam funcionários

“A gente está aqui com medo de morrer”, esse é o desabafo da enfermeira Danyelle Vieira uma das profissionais de saúde que trabalha no Hospital Universitário em Teresina, onde mais de 100 trabalhadores foram afastados suspeitos de Covid-19 e uma ala inteira teria sido infectada após um paciente com o vírus dar entrada na unidade e só depois ser submetido à testagem. 


Roberta Aline/ Cidade Verde

Em uma manifestação, no dia do Enfermeiro, profissionais de saúde protestaram e denunciaram a falta de equipamentos de proteção individual (EPIs) suficientes, falta de ala exclusiva para casos suspeitos do vírus e o não pagamento de 40% de insalubridade aos profissionais que estão na linha de frente durante a pandemia. 

Foto: Roberta Aline/ Cidadeverde.com

“No HU temos uma média de 100 profissionais afastados.Quem não trabalha com Covid não tem direito a EPIs de qualidade e em quantidade suficiente, mesmo existindo esse material no hospital. Estamos aqui com medo de morrer. Meu medo é morrer e deixar meu filho crescer na mão de outra pessoa. Como a gente vai trabalhar aqui cuidando de pessoas, se a gestão não cuida da gente como pessoas também? é terrível e desesperador porque nós também temos família. Você tem que cuidar da família dos outros e da sua. Está difícil”, disse emocionada a enfermeira que trabalha na UTI geral do HU. 


Foto: Roberta Aline/ Cidadeverde.com

Entre os profissionais que já foram afastados há médicos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, entre outros. Desses, 24 testaram positivo para a Covid-19. O levantamento é do mês de março até o início de maio. 

12 HORAS COM DUAS MÁSCARAS



Representantes do Sindicato dos Servidores Federais do Piauí (Sinsep) e do Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Estado do Piauí (Senatepi) apontam inúmeras falhas que impactam diretamente na segurança dos profissionais de saúde que estão na linha de frente contra o coronavírus. Entre essas, a falta de equipamentos de proteção individual  ( EPIs) suficientes para os profissionais que estariam tendo que passar 12 horas com apenas duas máscaras cirúrgicas, sendo que o ideal seriam quatro. 

Foto: Roberta Aline/ Cidadeverde.com



“Não estamos dizendo que faltou EPIs, mas são em quantidade insuficiente. A gente já soube que há quantitativo adequado, mas estão racionando de uma forma que tem prejudicado a assistência. Na unidade de Covid, o profissional é obrigado a ficar paramentado por 12 horas”, desabafa a enfermeira.



Foto: Roberta Aline/ Cidadeverde.com



Outra denúncia grave é sobre o compartilhamento das máscaras de proteção (face shield) que, de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), deveriam ser de uso individual.


“Essas máscaras de proteção estão sendo higienizadas no próprio setor. Na mesma sala em que é feita a desparamentação é guardada a máscara N95 ou PFF2 em uma caixa plástica com várias outras e ainda não temos definido por quanto tempo ela será reutilizada. A gente usa essa mesma máscara em 13 plantões no mês. É um forte meio de contaminação”, alerta a enfermeira. 


Na unidade de Covid do HU há nove leitos de UTIs, atualmente, todos ocupados. Além disso há 21 leitos clínicos exclusivos para casos da doença. Por plantão, quatro enfermeiras se revezam nos cuidados com os pacientes. 


“É pouco profissional. Não é humano, profissional passar 12 horas paramentado. O ideal seriam 6 horas”, reitera Danyelle Vieira. 

Foto: Roberta Aline/ Cidadeverde.com
FALTA DE TESTAGEM DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

No HU há a denúncia  também de que profissionais de saúde que tiveram contato com pacientes Covid não estariam sendo testados. 


“Na unidade de Covid, os profissionais trabalham em rodízio, ou seja, saem de lá e vão para outros setores como postos e UTI geral e eles não estão sendo testados antes de saírem, nem tão pouco,  os profissionais que tiveram contato com quem já foi infectado e isso já aconteceu comigo”, relatou  Danyelle Vieira.

Foto: Roberta Aline/ Cidadeverde.com
FALTA DE ALA EXCLUSIVA PARA CASOS SUSPEITOS DE COVID-19



Francisco Santana, representante do Sindicato dos Servidores Federais do Piauí (Sinsep), denúncia outro problema grave: casos suspeitos de Covid estariam sendo admitidos em setores do HU não exclusivos para a doença. Ele exemplica o caso de um paciente suspeito de Covid na mesma área de um paciente que precisa de uma cirurgia cardíaca, uma vez que o HU é referência para atendimento de alta complexidade.

Foto: Roberta Aline/ Cidadeverde.com



“Assim, o profissional de saúde acaba sendo um vetor, pois pega o vírus de um paciente que já está infectado e foi pra um posto que não é exclusivo. Daí quando o paciente é testado e dá positivo, já foi. O profissional já foi exposto. Teria que ter uma ala só para casos suspeitos. Isso já aconteceu em uma enfermaria. Um paciente contaminou toda a enfermaria porque ele era suspeito e quando veio o teste deu positivo. Com isso, três pacientes que estavam com ele e a profissional de saúde foram infectados. Precisamos salvar a nossa vida para salvar a dos outros”, disse o representante Sinsep.


Além dessas questões há ainda a falta do justo reconhecimento financeiro garantido por lei. De acordo com a categoria não estão sendo pagos os 40% de insalubridade. 

Foto: Roberta Aline/ Cidadeverde.com



“Estamos tendo contato direto e permanente com pacientes suspeitos de Covid e até positivados e no Piauí não está sendo pago no Piauí. Só nos dizem que precisam de deliberação do superintendente e é uma análise sem fim”, denuncia a categoria. 


MINISTÉRIO PÚBLICO FOI ACIONADO



Diantes das denúncias, Francisco Santana disse que  a categoria tentou diálogo com a gestão no Piauí, acionou Brasília, responsável pela gestão dos hospitais univesrsitários no país, e agora recorreu ao Ministério Público.


Esclarecimento da Ebserh

A direção da HU informou que o pagamento de adicional de insalubridade está sendo feito em conformidade com as legislações vigentes. A empresa informou ainda que adota as medidas necessárias à segurança de pacientes e profissionais, com fornecimento adequado e regular de todos os equipamentos de proteção individual (EPIs), de acordo com as categorias e atividades profissionais, em conformidade com os normativos e protocolos sobre dispensação de EPIs.

A direção garante que possui setor de triagem para todos os pacientes regulados para internação. Mas que os casos suspeitos ou já confirmados de Covid-19, ao serem encaminhados para o HU-UFPI, têm acesso por entrada própria e definida para tal fim. São, então, encaminhados diretamente para internação, em área exclusiva para assistência destes pacientes – Ala COVID.

Que, no caso de pacientes regulados para os leitos não COVID, ou seja, para tratamento de outras patologias e sem suspeita de Covid-19, é feita uma triagem rigorosa, com procedimentos e exames, incluindo o teste rápido para detecção de coronavírus. Após avaliação desses parâmetros, a qualquer indício de infecção por Covid-19, o paciente é encaminhado à Ala Covid para internação.

Que está realizando, de forma periódica, a testagem referente à Covid-19 para os colaboradores desde o dia 30 de abril. Além disso,  todo paciente regulado para o Hospital, para qualquer posto de internação, também realiza o teste rápido na admissão, independente da presença de sintomas.

O HU-UFPI reafirma seu compromisso de continuar atuando em prol da saúde pública e contribuir com as ações relativas ao enfrentamento da pandemia por Covid-19 no Piauí.

Sindicato denuncia qualidade de EPIs entregues a profissionais de Teresina

Segundo o Sindicato, as contaminações de profissionais de enfermagem são motivadas pela baixa qualidade dos EPIs

A qualidade das máscaras disponibilizadas pela Fundação Municipal de Saúde (FMS) aos profissionais de enfermagem que atuam em ambientes hospitalares destinados ao atendimento de pacientes da Covid-19 é questionada pelo Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Estado do Piauí (SENATEPI).


Segundo as denúncias, os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) de qualidade são entregues apenas para os profissionais que atuam nos setores específicos de enfrentamento da doença, enquanto enfermeiros e técnicos em enfermagem de outras áreas dos hospitais recebem apenas uma máscara caseira.

Mascara disponibilizada pela FMS é considerada de baixa qualidade (Foto: Divulgação / Senatepi)

O presidente do Senatepi, Erick Ricelly, afirma que a baixa qualidade dos EPIs é responsável pela infecção por coronavírus de profissionais de enfermagem. Ele explica que nenhum trabalhador que atua na linha de frente do combate foi diagnosticado com a doença. Por outro lado, a contaminação de servidores de outros setores dos hospitais não para de crescer.


“Todos os enfermeiros e técnicos que estão trabalhando em contato direto com os doentes, nenhum testou positivo. O que prova que o EPI é de qualidade”, explica. “Só que como o vírus circula em todo o hospital, quem está distante desses setores é infectado porque recebe um EPI de baixa qualidade que não protege. Recebe uma máscara caseira, não recebe o capote e não recebe os óculos”, disse.


Profissional de enfermagem com máscara caseira (Foto: Divulgação / Senatepi)

Ao todo, 108 profissionais de enfermagem já foram infectados pelo novo coronavírus no Piauí, sendo que dois estão com sintomas graves e internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). De acordo com o Senatepi, todos os dias, em média, cinco trabalhadores são contaminados pelo vírus no estado. 


O Sindicato tem invocado o Art 22 do Código de Ética dos profissionais de Enfermagem para orientar que os procedimentos só sejam realizados com a utilização dos equipamentos adequados.”Estamos recomendando aos profissionais que na ausência do EPI não realize o atendimento e registre isso no relatório de enfermagem”, afirmou Erick Ricelly. “Tivemos um caso no UTI que um paciente sintomático foi a óbito porque não tinha EPI para o pessoal realizar o atendimento dele”, revelou. 


O presidente disse que a categoria tenta audiência com o presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS) desde o dia 24 de março, mas não foi atendida. Para comentar as denúncias do Senatepi, o Portal O Dia entrou em contato com a assessoria da FMS, e não obteve retorno até o fechamento desta matéria. 



Dia do Enfermeiro: em meio à pandemia, profissionais protestam por melhores condições de trabalho em Teresina

A FMS e HUT asseguraram a aquisição constante de EPIs e o pagamento do adicional de 40% aos profissionais de saúde que trabalham no enfrentamento à Covid-19, que será feito em folha suplementar.


Um grupo de enfermeiros realizou um ato de protesto na manhã desta terça-feira (12), em frente ao Hospital de Urgência de Teresina (HUT) e ao Hospital Universitário, por ocasião do Dia Internacional da Enfermagem. Os enfermeiros exigiram melhores condições de trabalho, principalmente com relação aos equipamentos de proteção individual, e de salário.


A Fundação Municipal de Saúde (FMS) e o HUT informaram, por meio de nota, que asseguram a aquisição constante de equipamentos de proteção individual (EPIs) para toda a equipe da área da saúde e garantiu o adicional de 40% aos profissionais que estão trabalhando diretamente no enfrentamento à Covid-19, que será feito por meio de folha suplementar.


Os atos aconteceram às 8h, no HUT, e às 10h no HU. Os profissionais mantiveram a distância segura entre si durante a manifestação, que encerrou por volta das 11h.

Enfermeiros fazem ato diante do HUT no Dia Internacional da enfermagem, em Teresina — Foto: Senatepi
“Isso é uma prova da eficiência dos Equipamentos de Proteção Individual. Nas áreas de combate à Covid-19 os profissionais estão se equipando adequadamente”, disse.

Para a enfermeira, todos os colegas precisam do equipamento de proteção completo, independente da área em que estão atuando. “A contaminação é comunitária. Não temos como saber quem tem coronavírus. Alguem pode chegar, por exemplo, com uma perna quebrada, e transmitir o vírus”, explicou.


Enfermeiros fazem ato diante do HUT no Dia Internacional da enfermagem, em Teresina — Foto: Senatepi

Também por conta da alta contaminação dos profissionais da enfermagem com coronavírus, a categoria reivindica que todos os enfermeiros recebam o adicional máximo de insalubridade, de 40%, e que todos sejam testados para o vírus frequentemente.


“Os enfermeiros estão sobrecarregados, mal equipados e mal remunerados. Esperamos que os gestores se sensibilizem, façam valer nossos direitos e entendam que não somos inimigos. Temos é um inimigo em comum, que é a Covid-19. Juntos nós vamos conseguir”, disse Danielle.


Confira a nota da FMS e do HUT:
A Fundação Municipal de Saúde (FMS) e o Hospital de Urgência de Teresina (HUT) asseguram que realizam aquisição constante de equipamentos de proteção individual (EPIs) para toda sua equipe da área da saúde, ainda que esses itens estejam com alta demanda no mercado mundial devido à pandemia de covid-19.


Sobre a insalubridade aos servidores, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) garante o adicional de 40% aos profissionais que estão trabalhando diretamente no enfrentamento à Covid-19, em contato com os pacientes infectados. O pagamento dos servidores será feito em folha suplementar.


A FMS assegura que os servidores que já recebem insalubridade em valor menor terão seu adicional reajustado, para que chegue aos 40%. Essa medida será válida enquanto durar a pandemia em Teresina.


A respeito dos ventiladores de transporte, todos os pacientes do HUT são submetidos ao uso do aparelho com filtros adequados para evitar contaminação do ambiente.


Mesmo que a orientação das autoridades em saúde seja de evitar aglomerações para evitar contágio pelo vírus, a FMS e o HUT respeitam o direito de manifestação da categoria da Enfermagem e se coloca sempre à disposição para diálogo com seus representantes.

SENATEPI realiza Vigília pela Enfermagem

O ato marca o dia internacional da Enfermagem e a luta pelos direitos da categoria

Amanhã (12), é comemorado o dia internacional da Enfermagem e apesar das recentes conquistas da categoria ainda falta muito para ter todos os direitos assegurados. Por conta disso, atendendo a iniciativa da Federação Nacional dos Enfermeiros – FNE, o Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Estado do Piauí- SENATEPI realiza nessa terça-feira uma “Vigília pela Enfermagem” , às 8h, em frente ao Hospital de Urgência de Teresina- HUT.


No Piauí, até o dia 07 de maio, foram registrados 44 casos suspeitos e 40 confirmados de profissionais de Enfermagem infectados pela Covid-19.


O ato é nacional e tem por objetivo chamar a atenção da população e do poder público frente às condições de trabalho que os profissionais da Enfermagem estão submetidos. Segundo o presidente do SENATEPI, Erick Riccely, apenas um número limitado de profissionais irá participar do ato para evitar aglomeração. “Os membros da Enfermagem irão manter um distanciamento mínimo de dois metros uns dos outros, estarão de jaleco branco e fita preta no braço, simbolizando o luto pelas mortes dos profissionais de enfermagem no país devido à COVID-19”, explica Erick.


De acordo com a direção do SENATEPI, o HUT foi escolhido como local para realização da vigília por conta das recorrentes denúncias de falta de Equipamentos de Proteção Individual.


Outro ponto importante é a divulgação da Campanha Virtual #LuteComoUmaEnfermeira. A ação pretende estimular enfermeiros, amigos e familiares a postarem nas mídias sociais vídeos de 1 minuto sobre as lutas da enfermagem e apoio/reconhecimento a esses profissionais. A campanha também convidará os participantes a postar fotos com cartazes que possuam hashtags contendo as principais bandeiras de luta da Enfermagem: #30HorasJá; #PisoSalarialNacionalJá; #AposentadoriaEspecial; #DimensionamentoAdequado, entre outros.

COVID-19: SENATEPI encontra irregularidades no Pronto Socorro de Parnaíba

Enfermeiros relataram falta de EPIs e de estrutura em livros de registros


A direção do Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Estado do Piauí – SENATEPI teve acesso aos livros de registro do Pronto Socorro Municipal de Parnaíba, distante 338 km de Teresina. Em quase todas as páginas é possível encontrar relatos graves como a falta de Equipamentos de Proteção Individual- EPIs, falta de protocolo no manejo de cadáveres suspeitos ou confirmados com Covid-19 e ausência de plano de gerenciamento de resíduos. As denúncias estão sendo investigadas e a direção do sindicato cobra providências para o poder público.


A direção do Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Estado do Piauí – SENATEPI teve acesso aos livros de registro do Pronto Socorro Municipal de Parnaíba, distante 338 km de Teresina. Em quase todas as páginas é possível encontrar relatos graves como a falta de Equipamentos de Proteção Individual- EPIs, falta de protocolo no manejo de cadáveres suspeitos ou confirmados com Covid-19 e ausência de plano de gerenciamento de resíduos. As denúncias estão sendo investigadas e a direção do sindicato cobra providências para o poder público.


A direção do Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Estado do Piauí – SENATEPI teve acesso aos livros de registro do Pronto Socorro Municipal de Parnaíba, distante 338 km de Teresina. Em quase todas as páginas é possível encontrar relatos graves como a falta de Equipamentos de Proteção Individual- EPIs, falta de protocolo no manejo de cadáveres suspeitos ou confirmados com Covid-19 e ausência de plano de gerenciamento de resíduos. As denúncias estão sendo investigadas e a direção do sindicato cobra providências para o poder público.