PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM DA FMS TERESINA DEFLAGRAM PARALISAÇÃO DE 3 DIAS

PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM DA FMS TERESINA DEFLAGRAM PARALISAÇÃO DE 3 DIAS

      O SINDICATO DOS ENFERMEIROS, AUXILIARES E TÉCNICOS EM ENFERMAGEM DO ESTADO DO PIAUÍ – SENATEPI, CNPJ nº. 11.378.331/0001-86, Código Sindical nº. 19020, entidade sindical de primeiro grau, por seu representante legal e Diretor Presidente, vem à presença de Vossa Excelência informar que na instância deliberativa competente desta entidade, no último dia 02.03.2021, em frente ao Palácio da Cidade, sito à Praça Marechal Deodoro da Fonseca, 860, Centro, Teresina-PI, CEP. 64000-160, a categoria deliberou, unanimemente, por deflagrar paralisação de 03 (três) dias, a ser realizado a partir das 7h do dia 05.03.2021, tendo em vista a negativa do Município de Teresina e da Fundação Municipal de Saúde não apresentarem propostas que atendam nossas reivindicações, quais sejam:

  1. Corte da majoração da insalubridade dos profissionais do setor COVID;
  2. Redução de 50% no plantão pago aos profissionais do setor COVID;
  3. Cortes de salários do setor COVID;
  4. Descontos abusivos por faltas;
  5. Não pagamento do repasse para as equipes das UBS do Programa Previne;

 

      A presente comunicação visa o cumprimento dos requisitos formais que regem o movimento paredista, na forma da lei.Por fim, a categoria assume ainda as determinações emanadas da Lei nº. 7.783/89, através do compromisso coletivo de comunicação, por meio de oficio, aos órgãos da administração pública, Ministério Público Estadual – MPE, Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Piauí – OAB/PI, Conselho Regional de Enfermagem do Piauí – COREN/PI, Conselho Estadual de Saúde, Comissão de Saúde da ALEPI e usuários dos serviços sobre as razões de paralização dos serviços, com antecedência de 72h e da garantia de manutenção da prestação de serviços indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da população, principalmente em face da pandemia da COVID-19.

CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM DA FMS-TERESINA

CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM DA FMS-TERESINA

Assembleia Geral Extraordinária

Senatepi convoca todos os profissionais de enfermagem vinculados a FMS de Teresina para uma Assembleia Geral Extraordinária, com o objetivo de deliberar sobre as pautas da convocação e participarem de um grande ato de protesto contra os cortes sistemáticos que ocorre nos salários dos profissionais de enfermagem de Teresina.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO SENATEPI Nº 02/2021 TERESINA, 03 DE FEVEREIRO DE 2021.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO SENATEPI Nº 02/2021 TERESINA, 03 DE FEVEREIRO DE 2021.

Os profissionais de enfermagem da Unimed que foram desligados da empresa e trabalharam de 01/02/2018 a 31/01/2020, devem procurar o Senatepi para receberem os valores referentes ao retroativo do Dissídio coletivo 2018/2019 referente ao processo de nº 0080063-14.2019.5.22.0000.

SENATEPI cobra manutenção da insalubridade por parte da FMS e o caso está na Justiça

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Os profissionais da saúde vinculados a Fundação Municipal de Saúde foram pegos de surpresa com o anúncio do corte da gratificação por insalubridade paga a quem trabalha na linha de frente contra a Covid-19. Desde abril do ano passado, com o início da pandemia, a Prefeitura de Teresina passou a pagar um adicional de 40% na insalubridade dos servidores da saúde que estão em contato direto com os infectados. O SENATEPI defende que o valor seja pago a todos os profissionais da saúde já que não se pode delimitar espaço seguro em unidades de saúde em meio a uma pandemia.

Para o presidente do Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Estado do Piauí- SENATEPI, Erick Riccely, essa decisão de cortar a insalubridade é contrária ao que o próprio presidente da FMS relatou em recente reunião com a categoria, realizada no dia 15 de janeiro. “Em um encontro para debater ações em prol da enfermagem em Teresina, o Dr. Gilberto Albuquerque foi bem claro ao afirmar que nenhuma gratificação ou benefício seria cortado. Por isso, essa nova decisão é algo inaceitável”, afirma.

O representante do SENATEPI explica que a gratificação por insalubridade é um direito do servidor. “O adicional de insalubridade encontra amparo no texto constitucional, assegurando ao trabalhador o direito a um ambiente laboral saudável. Em um ambiente contrário a este, o profissional tem direito a uma contraprestação, chamada de adicional, já que está exposto a um ambiente que compromete sua saúde ou integridade física. E a pandemia é com certeza uma situação de extremo risco”, relata.
Erick recorda ainda que desde outubro do ano passado o sindicato acionou a Justiça do Trabalho para que a seja paga a majoração da insalubridade a todos os servidores . “O SENATEPI se antecipou e desde outubro busca na Justiça do Trabalho a garantia do pagamento desse direito a todos os servidores, independente de setor”, finaliza.

Salários atrasados: profissionais da saúde devem cruzar os braços em Campo Maior

SENATEPI acompanha a situação e cobra da gestão municipal os pagamentos em atraso

Uma triste realidade que se repete em vários municípios piauienses, servidores com salários atrasados e sem expectativa de receber seus direitos. Em Campo Maior, a 88 quilômetros de Teresina, profissionais efetivos lotados na Secretaria Municipal de Saúde (SMS) não receberam a remuneração e o incentivo do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ) referente ao mês de dezembro de 2020. Diante da situação, as categorias podem paralisar as atividades a partir da próxima quinta-feira (21).

Na última segunda-feira (18), alguns profissionais se reuniram com prefeito, João Félix de Andrade Filho e com a secretária municipal de saúde, Dorilene Vidal Félix. Os gestores informaram que o repasse financeiro referente ao pagamento desses profissionais, exceto dos Agentes Comunitários de Saúde, não se encontrava na conta da secretaria, ou seja, que não havia mais dinheiro correspondente a esse recurso.
O presidente do Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Estado do Piauí- SENATEPI, Erick Riccely, acompanha a situação e relata que ao contrário do que diz o prefeito de Campo Maior, os recursos estariam na conta da prefeitura desde o dia 21/12/2020. “O que apuramos é que a gestão anterior deixou dinheiro em conta e a folha de pagamento já feita. Essa informação foi repassada pelo antigo gestor em encontro com a atual gestão no período de transição, no final do ano de parece passado”, esclarece Erick.
Erick enfatiza ainda que o atual gestor informou aos profissionais que a dívida seria do antigo prefeito. “É válido ressaltar que esses servidores atuam para o município e não para uma determinada gestão. Independente de troca de prefeito, os profissionais possuem o direito legal de receberem seus salários na data correta e estamos acionando o Ministério Público para cobrar isso”, diz Erick.
Caso o pagamento não seja realizado nos próximos dias, profissionais como enfermeiros, dentistas, técnicos de enfermagem, técnicos de saúde bucal, agentes comunitários de saúde, médicos, dentre outros funcionários efetivos devem paralisar as atividades a partir de quinta-feira (21). Até mesmo os profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU avaliam continuar ou não as atividades.

Ambulâncias do Samu estão funcionando sem ar-condicionado, diz Senatepi

Segundo a assessoria da FMS, houve um problema pontual na última terça-feira (06) em duas ambulâncias, mas estas já foram encaminhadas para a oficina. 

O Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Estado do Piauí (Senatepi) denunciou nessa quarta-feira (07), que as ambulâncias básicas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – Samu de Teresina, estão funcionando sem ar-condicionado. Técnicos em enfermagem relataram aos fiscais do sindicato que já chegaram a passar mal durante os atendimentos por conta do calor.

Segundo o presidente da instituição, Erick Riccely, o problema está acontecendo porque a empresa contratada para fazer a manutenção dos equipamentos não estaria realizando o serviço por falta de pagamento da Fundação Municipal de Saúde (FMS).

“Ter o aparelho nos veículos não é luxo e sim uma necessidade em uma cidade com temperaturas tão elevadas como é Teresina. Estamos falando de uma cidade com temperaturas que passam dos 40°C. A falta do aparelho prejudica o paciente e os servidores”, ressalta Erick Riccely.

Ainda de acordo com o sindicato, caso o problema não seja resolvido, os profissionais avaliam parar de trabalhar, já que existe uma diferença de tratamento entre as categorias profissionais.

“Quando ocorre algum problema com uma ambulância avançada, que tem a presença de um médico, o veículo é prontamente retirado de circulação. Já as unidades móveis básicas ficam funcionando e os técnicos em enfermagem são coagidos a trabalhar mesmo sem as condições necessárias. Isso é revoltante”, diz o sindicalista.

Outro lado

A assessoria da FMS informou ao GP1 que a denúncia não procede. Segundo a assessoria, houve um problema pontual na última terça-feira (06) em duas ambulâncias, mas estas já foram encaminhadas para a oficina.

Confira na íntegra a nota da FMS

A Fundação Municipal de Saúde esclarece que não procede a informação de que as ambulâncias do SAMU estão funcionando sem ar condicionado. Houve um problema pontual na última terça-feira(06) em duas ambulâncias, que já foram encaminhadas para a oficina. Uma delas foi entregue hoje quarta-feira (07) já com os devidos reparos e, na outra, o serviço será concluído amanhã (08). Nesta quinta-feira outras duas ambulâncias irão passar por reparos no serviço de ar refrigerado.

A direção da FMS ressalta ainda que a manutenção dos carros do SAMU é feita diariamente já que as viaturas prestam serviço à população todos os dias da semana. A frota do SAMU Teresina conta atualmente com 11 ambulâncias, sendo seis de suporte avançado, além de quatro motolâncias.

Fonte: https://www.gp1.com.br/noticias/ambulancias-do-samu-estao-funcionando-sem-ar-condicionado-diz-senatepi-487509.html

SENATEPI repudia veto de PL que previa indenização a profissionais de saúde


Até agora, 623 profissionais da enfermagem se infectaram por Covid-19 no Piauí.
Crédito: © Rovena Rosa/Agência Brasil



O Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Estado do Piauí -SENATEPI repudia a decisão do presidente Jair Bolsonaro de vetar integralmente o Projeto de Lei 1.826/2020, que obrigava o governo federal a pagar indenização a profissionais de saúde que ficassem permanentemente incapacitados para o trabalho devido à pandemia da covid-19. O texto foi aprovado pelo Congresso no mês passado. O veto foi publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (04) e, de acordo com o governo, ocorreu “por questões jurídicas”. No Piauí, até agora, 623 profissionais da enfermagem foram infectados pelo novo coronavírus e três faleceram.


Para o presidente do SENATEPI, Erick Riccely, esse veto é mais um ato covarde contra todo o esforço feito pelos profissionais da saúde que estão lutando contra esse inimigo invisível que é o novo coronavírus. “Infelizmente, não temos nosso trabalho reconhecido e isso é muito grave. Os profissionais estão sujeitos a plantões estressantes e muitas vezes não recebe nem mesmo os Equipamentos de Proteção Individual-EPIs necessários para nos assegurar sua saúde. Essa lei era uma forma de minimizar os danos causados ao profissional”, enfatiza Erick.


De acordo com a proposta, dos deputados Reginaldo Lopes (PT-MG) e Fernanda Melchionna (Psol-RS), os profissionais e trabalhadores de saúde que atuam na linha de frente do combate à doença deveriam receber da União compensação financeira de R$ 50 mil se ficarem incapacitados devido à doença. Os dependentes também receberiam caso o profissional morra de Covid-19.